Beck's Silva

Beck's Silva

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Eu não quero...e agora?


Sou Anie e estudo em uma colégio bastante tradicional, a disciplina lá é coisa séria e meus pais adoram o ensino de lá. Eu sou a quinta geração dos Corbhation a estudar lá, estudar nessa instituição (o qual não irei citar o nome)é tipo que uma tradição da familia. Fico triste porque a maioria dos meus amigos estudam em outra instituição e só eu estudo aqui. A galera daqui é bem diferente da minha turma do bairro, por serem de familias bem tradicionais eles não se enturmam muito fora de lá. Tipo assim, ir pro shopping, praia, clubes, eles são bastante reservados. O problema é que eu sou bem o contrário disso tudo. Todo final de semana eu vou pro shopping com a minha turma, vamos pra clubes, paqueramos os garotos, vivemos bem ligth. Fico triste porque a minha galera sai todos os dias depois da aula pra se divertir nas lanchonetes e eu sempre perco essas "festinhas" de fim de aula. Pô, eu fico muito irada, meus pais não me deixam mudar de escola, eu tenho que ficar com uma galera estranha que não faz meu tipo. O que eu devo fazer. please... 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O belo da moda antiga...






Deveriamos ser como esse Chinesinho. Amar as pessoas pelas coisas mais simples é o mais belo do amor. Gostar de um garoto por causa de um simples sorriso não é idiotice, é mágico, é lindo, é bom.
Que exemplo de menino. Viver a moda antiga não é careta, jantar romântico, tomar sorvete, sair de mãos dadas parece bem melhor do que apenas satisfazer desejos carnais e vulgares, ser a moda antiga ainda é moda e é belo.
Quem não concorda?

Fazer o quê?


Sofia é apaixonada por um menino da sua escola. Ela pede pra que chamemos ele de P. P é um garoto popular, bonito, e simpático como ela diz. P também fala com ela de vez em quando, ele foi na festa dela de 15 anos e dançou com ela. Agora existe um problema segundo Sofia, ele é muito concorrido na escola e ela acha que não tem chances com ele. Quando perguntei a ela o porque não tinha chances com ele, ela disse que era porque não se achava bonita, e nem era como as meninas do colégio que tinham atitude. Ela quer saber o que fazer. Ele sempre a elogia, e fala o quanto ela é especial. O que Sofia deve fazer? Ela deve desistir ou partir pra atitude? Se ela deve partir para atitude que dica você daria pra ela fazer?Está valendo colocar toda criatividade.

Ele pede por socorro...


Meu nome é flávio e eu não aguento mais ter que mentir pra minha namorada sobre o lance de eu não gostar mais dela. Estamos juntos a três anos e eu ainda não terminei a faculdade, pois tenho 20 anos e estou no 7º semestre de medicina, ela e meus familiares estão me forçando a casar por causa do tempo que temos de namoro, mas eu não quero me casar agora. Tudo isso foi me sufocando a ponto de me cansar dela. Não sei o que fazer, pois ela é uma boa menina e não merece se machucar, porém eu não quero me casar mais.Fico num beco sem saída, meus parentes apoiam, e a familia dela praticamente estão pagando a festa e ela fica estérica com os preparativos para um casamento sem data. O que eu devo fazer pelo amor de Deus! Não aguento mais, preciso solucionar o meu problema se não vou me sentir falso.Como eu faço para terminar com ela?


Flávio, 20 anos

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Romeu e Julieta... Você acha que eles deveriam chegar a esse ponto?

O enredo passa-se em Verona, Itália, por volta do ano 1500 e trata do amor de um casal de jovens – Romeu e Julieta –, que apesar de serem provenientes de famílias rivais, se apaixonam um pelo outro. Nesta história, as lutas de espada, o disfarce, os equívocos, a tragédia, o humor e a linguagem da paixão simbolizam, no seu conjunto, o amor verdadeiro. Duas poderosas famílias, os Montecchios e os Capuletos são inimigas há muitos anos. O velho Capuleto, pai de Julieta, dá uma festa para a qual convida todos os amigos da família. Como é evidente, a família dos Montecchios não faz parte da lista dos convidados, entretanto, como Romeu Montecchio anda interessado por Rosalinda – uma jovem que foi convidada para a festa – arranja um plano para poder vê-la durante a festa. Assim, Romeu entra disfarçado na casa dos inimigos da sua família. Já dentro da casa, toda sua atenção vai para Julieta, e não para Rosalinda. Apaixona-se de imediato e fica desiludido ao saber que Julieta é uma Capuleto. Romeu também não passa despercebido por Julieta, mas ela ainda não sabe que se trata de um Montecchio. Mais tarde, depois de descobrir que o jovem por quem está apaixonada é filho da família inimiga, Julieta vai para sua varanda e conta às estrelas que tem um amor proibido. Romeu, escondido nuns arbustos por baixo da varanda, ouve as confissões de Julieta e não resiste, apresenta-se a ela e diz que também está apaixonado. Com a ajuda de um amigo de Romeu – Frei Lourenço -, Romeu e Julieta casam-se secretamente no dia seguinte. No dia do casamento, dois amigos de Romeu - Benvólio e Mercúcio - passeiam pelas ruas de Verona e encontram-se com Teobaldo, primo de Julieta. Teobaldo, que ouvira dizer que Romeu tinha estado presente na casa de seus tios, anda a procura deste para vingar-se e discute com os amigos de Romeu. Nesse momento, Romeu aparece e faz perceber que não quer se meter em brigas, porém, os seus amigos não percebem sua atitude e Mercúcio resolve defender a honra do amigo, começando um duelo com Teobaldo. Mercúcio cai por terra, morto! Romeu vinga seu amigo matando Teobaldo com um golpe de espada. Este golpe faz com que Romeu seja ainda mais odiado pelos Capuletos. O príncipe de Verona expulsa Romeu da cidade, que se vê forçado a deixar Julieta, que sofre um grande golpe com toda a história. O pai de Julieta, que não sabia do seu casamento com Romeu, resolve casá-la com um jovem chamado Páris. Desesperada, Julieta pede ajuda a Frei Lourenço, que a aconselha a concordar com o casamento e tornar sua situação mais fácil de ser solucionada. Diz-lhe que na manhã do casamento, Julieta deverá beber uma poção que ele vai preparar. A poção fará com que Julieta pareça morta e assim sendo, será levada para o jazigo da família, então, o Frei mandará Romeu encontrá-la e salvá-la. Julieta faz tudo o que o Frei a manda fazer e é deixada no jazigo, tal como estava previsto, porém, o plano não sai exatamente como combinado. Desfeito de dor, Romeu compra um frasco de veneno e vai até o jazigo onde se encontra sua amada para morrer ao seu lado. À porta do jazigo encontra Páris e é forçado a lutar com ele, acabando por matá-lo, pois nada poderá detê-lo de se juntar a Julieta. Já dentro do jazigo, Romeu bebe o veneno e morre ao lado de sua amada. Momentos depois, Julieta acorda e vê a seu lado o corpo morto de seu marido. O Frei entra e conta a Julieta o que se passou, e inesperadamente Julieta pega no punhal de Romeu e se mata, pois já não tem motivos para viver. A tragédia tem um grande impacto em os Montecchios e os Capuletos. As duas famílias estão magoadas com a morte de seus dois únicos descendentes e decidem nunca mais lutar e fazem as pazes.
 
Seria preciso tudo isso?Você acha que foi perca de tempo?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Paixão ou Amizade?


Meu nome é Fabiana, gostaria de que me aconselhassem sobre uma decisão que tenho a tomar. Eu tenho um amigo de muitos anos, crescemos praticamente juntos, nossos pais são amigos a muito tempo. Agora ele deu pra falar que gosta muito de mim, e quando eu digo que também gosto dele ele me diz que ele gosta mais ainda. Semana passada ele passou por um floricultura e trouxe um arranjo de túlipas vermelhas, as minhas prediletas. Ontem ele me deu um cartão lindo me pedindo em namoro. Eu não sei o que fazer, se devo dar uma chance ou se é melhor conservar a amizade. Tenho medo de que não dê certo e a nossa amizade se estrague. Eu acho que sinto alguma coisa por ele também, mas ele é meu amigo a muito tempo e é esquisito pensar nele como um namorado. O que eu faço?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vamos refletir e comentar?

"Choramos ao nascer porque chegamos a este imenso cenário de dementes".
William Shakespeare
"Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião."
William Shakespeare